http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/issue/feed Revista Eletrônica Científica da UERGS 2020-03-31T18:31:38+00:00 RevUERGS revista@uergs.edu.br Open Journal Systems http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2274 Neutralização da acidez em substrato de casca de pinus com diferentes granulometrias 2020-03-31T18:31:38+00:00 Fernanda LUDWIG fernanda-ludwig@uergs.edu.br Dirceu Maximino FERNANDES dmfernandes@fca.unesp.br Amaralina Celoto GUERRERO maracguerrero@hotmail.com Guilherme Amaral FERREIRA 23guilhermeferreira@gmail.com Valeria POHLMANN valeriapohlmann@hotmail.com <p>Os substratos são utilizados na maioria dos cultivos em plantas ornamentais. Entre suas características essenciais, destaca-se o valor do potencial hidrogeniônico (pH), que pode influenciar a disponibilidade de nutrientes às plantas, podendo favorecer sua absorção, dificultar e ainda causar fitotoxidez. Apesar da sua importância, as informações que auxiliem na sua manutenção para adequar às necessidades das plantas são escassas. Desse modo, o presente trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar a neutralização da acidez em substrato de casca de pinus com diferentes granulometrias. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento experimental de blocos ao acaso com 5 doses de calcário dolomítico (5, 10, 15, 20 e 25 g L-1), 5 granulometrias de casca de pinus (&lt;4mm; 4-2mm; &lt;2mm; 2-1mm; &lt;1mm), 4 tempos de incubação (10, 20, 30 e 40 dias) e 4 repetições. Os valores de pH da solução do substrato foram determinados a cada 10 dias, utilizando o método de diluição do 1:5.Os valores de pH do substrato diferiram entre as diferentes granulometrias, doses de calcário e dias de incubação. As menores granulometrias, de &lt;1mm e de 1-2mm apresentaram maiores valores de pH. O aumento das doses de calcário resultou em aumento do pH, enquanto o aumento do tempo de incubação, resultou em decréscimo do pH. Os substratos com diferentes granulometrias de casca de pinus devem receber quantidades de calcário distintas para adequar os valores de pH. Não se recomenda utilizar o substrato na primeira semana após a aplicação do calcário devido à instabilidade do pH, independente da granulometria.</p> 2020-03-04T14:31:01+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2253 Dimensionamento de um sistema de obtenção e purificação de biogás a partir de dejetos suínos 2020-03-31T18:31:06+00:00 Anelise Cristine Scussel ac_scussel@hotmail.com Luis Antonio Rezende Muniz larmuniz@gmail.com <p>A suinocultura é uma atividade que representa riscos ao meio ambiente, devido à quantidade de dejetos gerados. Um suíno com um porte de 25 a 100 kg produz aproximadamente 7 litros de dejetos líquidos/dia. A utilização de biodigestores para o tratamento de dejetos suínos reduz os poluentes e ainda produz biogás. Os resultados deste estudo referem-se ao projeto de uma unidade geradora de biometano para uma granja de 250 suínos, com uma vazão de 1,75 m³/dia de dejetos. Nesta unidade os dejetos são encaminhados para um reator UASB com altura de 6 m e diâmetro de 2,005 m. No reator é realizada a digestão anaeróbia operando com uma temperatura de 30 a 35°C. A COV adotada foi 3,35 kgDQO/m³.dia e a concentração de DQO solúvel 36,26 kgDQO/m³, com estes parâmetros foi obtido TDH de 259,75 horas e uma eficiência de remoção de DQO e DBO de 90,29% e 95,66% respectivamente. A produção volumétrica de biogás gerada no reator foi 22,54 m³/dia. Para remover o H₂S e o CO₂ foi projetado um tanque de dessulfurização de 145,54 mm de altura e 83,17 mm de diâmetro, aplicando como agente dessulfurante uma lama de cal com vazão de 458 mL/dia, na qual é borbulhado o biogás. Após, o biogás dessulfurado segue para uma coluna de adsorção de 1,286 m de altura e 64,3 mm de diâmetro, utilizando como adsorvente 1.721,95 g de carvão vegetal, para fazer a remoção da umidade.</p> 2020-03-04T16:30:38+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2307 Métodos de inoculação artificial de Alternaria alternata em sementes de canola 2020-03-31T18:30:34+00:00 Paulo Roberto KHUN paulokuhn@epagri.sc.gov.br Stela Maris Kulczynski stela.mk@terra.com.br Cristiano Bellé crbelle@gmail.com Rodrigo Ferraz Ramos rodrigoferazramos@gmail.com Marcia Gabriel gabriel.marca@gmail.com <p>Como alternativa aos métodos tradicionais e baseada no princípio de controle de germinação, a inoculação sobre meio de cultura batata-dextrose-ágar (BDA), utilizando a técnica de restrição hídrica, tem sido também empregada na promoção de infecção de sementes com fungos fitopatogênicos. O objetivo deste trabalho foi de avaliar diferentes métodos de inoculação artificial de <em>Alternaria alternata</em> em sementes de canola (<em>Brassica napus</em>). Os métodos de inoculação artificial basearam-se em método de suspensão de conídios por 30 minutos, contato das sementes com a colônia fúngica em BDA sem restrição hídrica e o método da restrição hídrica em meio BDA com períodos de inoculação de 24, 48, 72 e 96 horas. O percentual germinativo das sementes foi inversamente proporcional à colonização de <em>Alternaria alternata</em> nas mesmas. O método de restrição hídrica com os diferentes períodos de inoculação foi o que proporcionou maior incidência de <em>Alternaria alternata</em> nas sementes de canola consequentemente, apresentaram o menor vigor. A inoculação das sementes por meio da técnica de restrição hídrica possibilitou a obtenção de sementes com níveis diferenciados de infecção. Os maiores índices de doença nas sementes de canola inoculadas artificialmente foram alcançados em potencial hídrico modificado.</p> 2020-03-05T11:59:12+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2117 Educação de Jovens e Adultos - (EJA) - seus impasses e suas contradições 2020-03-31T18:30:03+00:00 Maria Clara RAMOS NERY maria-nery@uergs.edu.br Juliana Oliveira PEREIRA ju_pereira30@hotmail.com Patricia Guerreiro do AMARAL pati_guerreiro@hotmail.com <p>Este artigo é resultado de observação de campo em turmas de EJA. Nossas questões investigativas são: Quais as mediações pedagógicas possíveis para o efetivo ensino na Educação de Jovens e Adultos - EJA? Estão livres de impasses e contradições? O objetivo geral foi abordar os impasses e as contradições existentes no contexto das escolas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), que no âmbito de nossa realidade está a perder espaço significativo de inserção social e de posse do conhecimento para aqueles que em tempo "regular" de suas vidas, não puderam dar seguimento em seus estudos. A atividade de observação de campo foi realizada numa escola estadual de Cruz Alta/RS., onde se verificou práticas didático-pedagógicas realizadas numa turma de Ensino Médio &nbsp;– T9, em&nbsp; aula de Matemática e em aula de História, com&nbsp; distintas mediações pedagógicas. Teórico-metodologicamente laborou-se com estudo de caso, buscando<em>, </em>responder adequadamente às nossas questões investigativas e com autores que investigam a questão EJA no Brasil, os quais estão citados no texto. Como resultado pôde-se, constatar duas situações distintas de mediação pedagógica: uma prática de ensino-aprendizagem alicerçada na didática tradicional (bancária), e outra prática alicerçada no contexto de vida dos alunos. Como resultado do trabalho investigativo: constatamos ser acanhado o número de professores preparados para ministrar aula em turmas de EJA, dada sua especificidade, sendo o processo de mediação pedagógica embasado em decisão pessoal do professor, bem como apuramos rara capacitação dos professores para o exercício de seu trabalho com alunos da EJA, gerando impasses e contradições. &nbsp; &nbsp;</p> 2020-03-05T12:19:17+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2374 Vantagem comparativa revelada da indústria da carne de frango brasileira e dos principais players (2009-2016) 2020-03-31T18:29:29+00:00 Vitor Galle vitorgalle@hotmail.com Enrique Rachor erachor@gmail.com Daniel Arruda Coronel daniel.coronel@uol.com.br Nelson Guilherme Machado Pinto nelguimachado@hotmail.com Nilson Luiz Costa nilson.costa@ufsm.br <p>Este artigo objetivou analisar a competitividade das exportações de carne de frango pelos principais <em>players</em>, incluindo o Brasil, e pela Polônia. Nesse sentido, utilizaram-se os Índices de Vantagem Comparativa Revelada e o de Vantagem Comparativa Revelada Simétrica para analisar a cadeia de produção da carne de frango exportada pelos principais produtores. Os dados de natureza secundária foram coletados na <em>Food and Agriculture Organization</em> (FAO), além do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC), no período de 2009 a 2016. Os resultados indicaram vantagem comparativa nas exportações brasileiras, em todo o período. Em relação aos Estados Unidos e à China, houve vantagem em dois anos, mas em momentos distintos, enquanto que, nos demais, houve desvantagem comparativa. O Brasil perdeu representatividade e vem diminuindo seus índices assim como os demais países, exceto a Tailândia, que vem melhorando seus índices mesmo com a crise, e a Polônia, que aumentou sua representatividade devido ao incentivo à produção e à conquista do produto pela alta qualidade empregada no processo produtivo.</p> 2020-03-05T12:38:38+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2404 Ativos intangíveis 2020-03-31T18:28:55+00:00 Juliano Prado Stradioto juliano.stradioto@gmail.com Carlos Honorato Schuch Santos honoratochs@gmail.com Celmar Corrêa de Oliveira celmaroliv@gmail.com <p>O valor econômico de uma empresa ou de um órgão Público é o resultado da soma dos seus ativos tangíveis e intangíveis. A valorização de empresas ou órgãos Públicos que se utilizam de ativos intangíveis tem configurado a grande importância desses ativos na manutenção de suas vantagens competitivas e de seus valores econômicos. Este trabalho tem por objetivo analisar as demonstrações contábeis divulgadas pelas prefeituras que compõem a região Central do COREDE (Conselho Regional de Desenvolvimento), com foco nos Ativos Intangíveis. O suporte teórico da análise apoia-se nas orientações de divulgação conforme o MCASP (Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público). Mostra-se, na análise, que os municípios não divulgam de forma adequada sua contabilidade, pois, em sua maioria, omitem ou esquecem os ativos intangíveis. Discute-se, ainda, nas considerações finais, que ao se comportarem dessa forma os municípios pesquisados ferem o Princípio Constitucional da Transparência.</p> 2020-03-05T12:47:09+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2415 "E" Ethephon no raleio químico de frutos de pessegueiro cultivar Chimarrita 2020-03-31T18:28:17+00:00 Rafael Anzanello rafael-anzanello@agricultura.rs.gov.br Assis Tedesco atdesco@gmail.com <p>O raleio é uma das principais práticas culturais do pessegueiro, podendo ser realizada de maneira manual ou química. Este estudo objetivou avaliar o efeito de ethephon como raleante químico de frutos da cultivar de pessegueiro Chimarrita. O experimento consistiu na aplicação de ethephon nas doses de 0, 50, 80, 110 and 140 mg L<sup>-1, </sup>por pulverização até o ponto de gotejo, e de um tratamento de raleio manual, todos realizados em 10/09/2015, em pomar comercial localizado em Veranópolis-RS. O delineamento experimental foi completamente casualizado com seis repetições e uma planta por parcela. As avaliações ocorreram em seis ramos demarcados por planta, totalizando 36 ramos por tratamento. As variáveis analisadas foram: percentual de frutos raleados, índice de frutificação, massa, diâmetro e comprimento de fruto, firmeza de polpa, sólidos solúveis (SS) e acidez titulável (AT). A concentração de ethephon de 80 mg L<sup>-1 </sup>apresentou taxas de índice de frutificação (21,2%) e de frutos raleados (72,1%) próximos ao tratamento de raleio manual (manejo tomado como referência), com valores obtidos de 22,4% e 75,2%, respectivamente. As características físico-químicas não diferiram entre o tratamento de ethephon 80 mg L<sup>-1 </sup>e o raleio manual, com massa de fruto e SS de 104,9 g e 8,0 ºBrix para a dose de 80 mg L<sup>-1 </sup>e 113,1 g e 8,1 ºBrix para o raleio manual. A aplicação de ethephon a dose de 80 mg L<sup>-1 </sup>mostra-se eficiente para o raleio de frutos de pessegueiro cultivar Chimarrita.</p> 2020-03-05T12:47:47+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2523 Educação ambiental não-formal em jornais de circulação na Região Celeiro do Rio Grande do Sul 2020-03-31T18:27:46+00:00 Mayara BONN mayarabonn@gmail.com Divanilde Guerra divanilde-guerra@uergs.edu.br Luciane Sippert LANZANOVA luciane-sippert@uergs.edu.br Ramiro Pereira Bisognin ramiro-bisognin@uergs.edu.br Danni Maisa da SILVA danni-silva@uergs.edu.br Marciel REDIN marciel-redin@uergs.edu.br <p>A Educação Ambiental está cada vez mais inserida no cotidiano da sociedade. Este artigo teve como objetivo estudar como jornais de circulação no Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul noticiam assuntos que versem sobre Meio Ambiente e Educação Ambiental. A metodologia utilizada consistiu na avaliação e quantificação de assuntos relacionados ao Meio Ambiente e Educação Ambiental nos jornais Atos e Fatos, Atualidades, O Celeiro e Novo Noroeste. Para tanto, utilizou-se a metodologia quanti-qualitativa, e, posteriormente, analisou-se o número de notícias; a temática abordada; a presença das funções do Jornalismo Ambiental e o uso das funções da Alfabetização Ecológica. Com base na Teoria da Análise de Conteúdo conforme Bardin (2004), Funções do Jornalismo Ambiental descrita por Bueno (2008) e Alfabetização Ecológica proposta por Nunes (2005). Escolheu-se o período de análise de forma aleatória, restringindo-se aos meses de março e abril de 2017. Como resultado verificou-se a presença da Educação Ambiental não-formal em trinta notícias encontradas nas editorias agricultura, rural, geral, entre outras. As principais temáticas abordadas foram condição de produção de alimentos e grãos, reciclagem e mudanças climáticas. A função Informativa do Jornalismo Ambiental contou com maior ocorrência e os critérios da Alfabetização Ecológica que mais apareceram foram Conhecimento, Atitude e valores e Participação. Portanto, este estudo foi importante porque possibilitou a análise de jornais de circulação regional onde percebeu-se que é preciso desenvolver a Educação Ambiental não-formal, pois o seu crescimento e disseminação também acarretará no envolvimento das pessoas quanto a discussão sobre meio ambiente e novas atitudes.</p> 2020-03-05T15:42:36+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2520 Caracterização biométrica de Guabijuzeiros (Myrcianthes pungens (O. Berg) d. Legrand) 2020-03-31T18:27:13+00:00 Marlene Aparecida RODRIGUES marlene.aparecida.rodrigues@gmail.com Divanilde GUERRA divanilde-guerra@uergs.edu.br Talia Talita Sehn SEHN taliaagronomia@gmail.com Robson Evaldo Gehlen Bohrer BOHRER robson-bohrer@uergs.edu.br Danni Maisa da Silva GUERRA danni-silva@uergs.edu.br <p>O guabijuzeiro (<em>Myrcianthes pungens</em>&nbsp;(O. Berg) d. Legrand) se destaca pela produção de frutos para consumo <em>in natura,</em> porém estes são pouco conhecidos. O objetivo deste trabalho foi realizar a caracterização de 22 acessos de guabijuzeiros. As plantas, folhas e frutos foram avaliados quanto a sua morfologia. Como resultados observou-se que a média da circunferência do caule foi de 69,1 cm, a altura de 5,8 m, a largura das folhas de 2,61 cm e o comprimento de 6,1 cm. Nos frutos, obteve-se as médias de circunferência de 1,65 a 1,98 cm; massa total de 2,87 g; massa de polpa de 1,28 g, de casca de 0,76 g; de semente de 2,99 g; e o grau brix foi 12,53%; e massa seca de 3,41 g. A viabilidade média do pólen foi de 95,21%. Portanto, os acessos avaliados, podem ser propagados, pois possuem ótimas características morfológicas e qualidade de frutos.</p> 2020-03-06T12:42:09+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS http://revista.uergs.edu.br/index.php/revuergs/article/view/2397 Avaliação da evasão do curso de licenciatura em ciências agrárias da Uergs Vacaria 2020-03-31T18:26:41+00:00 Guilherme Kunde Braunstein guilherme-braunstein@uergs.edu.br Carina Barboza Pegoraro carinabarbozapegoraro@gmail.com <p>As desistências no ensino superior variam de acordo com a área de conhecimento, região, perspectivas de mercado, tipos de processos seletivos, problemas financeiros e formação sólida no ensino médio. Devido ao alto percentual de evasão do curso de Licenciatura em Ciências Agrária, esse trabalho tem como objetivo verificar os motivos que elevaram essa taxa para 75% de desistência durante o curso. A metodologia para a criação deste trabalho se deu através da interação da pesquisa documental e de campo.&nbsp; A pesquisa documental foi realizada em artigos, materiais de congressos, seminários, revistas, sites e plataformas idôneas. Para a pesquisa de campo foi realizada entrevistas com perguntas abertas, de forma individual e gravada a fim de saber a opinião dos professores e universitários que continuam e que evadiram do curso, sobre possíveis causas para a evasão. Os motivos relatados nas entrevistas foram diversos, entre os mais mencionados a falta de reconhecimento e divulgação e afinidade com o curso, falta de interesse da instituição e dos professores com o curso. A forma como se criou do curso afetou diretamente todos os envolvidos. Deste modo, faz-se necessário um planejamento elaborado de forma eficaz, para a abertura de novos cursos, para que a Universidade possa ofertar cursos de qualidade com a satisfação de tosos os envolvidos, professores, alunos e funcionários e desta forma a evasão será apenas por falta de afinidade ou por problemas pessoais.</p> 2020-03-06T13:59:40+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Eletrônica Científica da UERGS